Fisiculturismo Feminino: Dicas, categorias, antes e depois!

O fisiculturismo feminino pode causar estranhamento em algumas pessoas, mas para muitas mulheres que começam a investir nesse esporte, ele torna-se um verdadeiro estilo de vida. Embora ainda não seja tão popular assim no Brasil, vem ganhando cada vez mais adeptas e espaço na mídia. Para quem quer começar, não é um desafio impossível. Com disciplina e foco, é possível atingir bons resultados e tornar-se até uma atleta. Confira o post e saiba tudo!

fisiculturista brasileira

A grande proposta do fisiculturismo é buscar a definição do corpo com massa magra, ou seja, de forma saudável e natural. Para os homens, é um esporte bem popular, sobretudo no exterior, mas as mulheres só começaram a ter destaque a partir da década de 70.

Mesmo em meio a muito preconceito – afinal, muita gente ainda acha que é preciso estar em um padrão de corpo ideal -, várias atletas femininas tornaram-se conhecidas e começaram a inspirar muitas moças. Desde então, surgiram muitas competições mundo afora que garantem a visibilidade delas num esporte tão interessante e peculiar.

Os eventos acontecem com cada vez mais frequência e são acompanhados por milhares de fãs e curiosos. Embora seja considerado um pouco caro – afinal, é preciso investir tempo com treino e dinheiro com alimentação e suplementos – o fisiculturismo feminino já tem representantes brasileiras que se destacam nos torneios mundiais e conseguem até patrocinadores.

Como começar? Dicas

Para começar no fisiculturismo feminino, é necessário muita disposição para investir em treinos mais pesados, porém é fundamental respeitar os limites do corpo já que seu corpo não mudará de uma hora para outra.

De acordo com especialistas, você precisa começar se matriculando em uma boa academia, de preferência que ofereça um trabalho específico para quem pretende tornar-se um fisiculturista. Paralelo a isso, é importante contar com a orientação de um nutricionista para uma dieta ideal e livre de alimentos prejudiciais.

O que você precisa ter em mente: Cada caso deve ser avaliado e acompanhado especificamente. São vários fatores em questão: peso, altura, resistência, capacidade física e o objetivo de cada um. Nem todo mundo quer ser atleta, alguns buscam apenas uma mudança estética ou de saúde, assim como o treino que sua colega faz que pode não ser o melhor pra você.

Muita gente pensa que para ser fisiculturista é necessário ter músculos ‘saltando’ do corpo e aparência masculinizada. Outros vão além e acham que as pessoas que investem nesse esporte fazem uso de anabolizantes para ‘crescer’ mais rápido. Esses são pensamentos do senso comum que já caíram por terra faz tempo.

Segundo muitas atletas do ramo, apenas com disciplina e uma dieta restritiva – sempre com acompanhamento de um profissional – é possível chegar a ótimos resultados. A diferença de uma profissional para uma praticante de atividade física comum é que elas realmente levam isso a sério, passando horas do dia treinando e cumprindo metas diárias – que aumentam e ficam mais difíceis dia a dia.

Além disso, muitas mulheres só querem chegar a um corpo fitness e super definido, não necessariamente para participar de eventos e competições. É o exemplo de modelos como Bella Falconi e Gracyanne Barbosa. 

gracyanne barbosa antes e depois

A modelo Gracyanne Barbosa antes e depois: a transformação da moça impressiona muita gente!

O que você precisa ter em mente para começar no fisiculturismo feminino: é preciso tempo para dedicação total ao treino, acompanhamento de um personal trainer e nutricionista, investimento em suplementos e alimentação ideal para alcançar os objetivos. Se você tem a plena consciência disso, é só botar a mão na massa!

Dica preciosa: Faça uma boa pesquisa sobre o fisiculturismo feminino no Brasil na internet. Entre em grupos nas redes sociais, visite páginas e fóruns, entre em contato com quem já está no ramo… Quanto mais informação, melhor!

Fases percorridas até o dia do campeonato

Não basta treinar pesado, comer bem e suplementar para subir no palco. É preciso passar por fases no pre-contest, as quais variam conforme a categoria e, é claro, o método seguido pela atleta ou seu coach (treinador).

A título de exemplo, a maioria das atletas percorre duas grandes etapas distintas, off-season e on-season. Para entender melhor como essas fases funcionam, primeiramente é preciso ter em mente que a preparação para um concurso renomado dura muitos meses e até anos… Não é uma preparação para ser concluída em uma estação do ano.

Off Season

A fase off-season, como o próprio nome já indica, é aquele período distante da competição em que a atleta aproveita para seguir uma dieta e um treino voltados para a hipertrofia (bulking). Nesse período, é normal haver um aumento no percentual de gordura corporal, uma vez que o foco é o ganho de musculatura, e para que isso ocorra de maneira eficiente, é preciso seguir uma dieta rica em carboidratos e hipercalórica, ou seja, com valor calórico superior ao que o corpo queima diariamente. Muitos atletas, especialmente entre os competidores masculinos, são famosos por adquirirem uma gordura abdominal exorbitante nessa fase… Mas isso não é problema para eles, pois toda a gordura extra é queimada na fase seguinte, que é a on season.

On Season

Durante o on-season, que são os meses mais próximos da competição, os atletas seguem dieta e treinamento voltados para a perda da gordura corporal, ou seja, cutting. Isso inclui uma carga maior de exercícios aeróbicos e uma dieta hipocalórica rica em proteínas. É nessa fase que os músculos desenvolvidos durante o off-season começam a “saltar”. Normalmente não há crescimento muscular significativo nessa fase… temos a impressão falsa de que isso acontece simplesmente pelo fato de os músculos ficarem mais visíveis, já que a camada de gordura e retenção líquida que os esconde é eliminada. Esse período pré-competição normalmente compreende duas fases bem distintas uma da outra:

  1. Esgotamento de glicogênio: Dura de 2 a 3 dias e tem por objetivo deixar os músculos “sedentos” por glicogênio. Ou seja, essa etapa serve para preparar o corpo para a que vem em seguida.

    O treino aqui seguido é específico, volumoso e exaustivo, normalmente fullbody (todo o corpo estimulado em um mesmo treino). A dieta é peculiar, pois requer uma alta ingestão de sódio (isso mesmo!), baixo consumo (ou corte total) de carboidratos e alta ingestão de água – até 8 litros diários, dependendo do seu peso corporal!.
  2. Super recarga de glicogênio: Se a fase anterior for bem feita, os tecidos musculares “sugarão” e armazenarão uma enorme quantidade de glicogênio nesta etapa, que é a de recarga. Um músculo com alto nível de glicogênio é um músculo denso… Veja bem, retenção líquida fica entre as células musculares e é o que dá o aspecto indesejado de inchaço… Já o glicogênio, por sua vez, é armazenado dentro das células, e é o que deixa a musculatura com aparência densa, ou seja, volumosa e ao mesmo tempo firme como pedra.

    Nessa etapa, o atleta deve consumir uma alta quantidade de carboidratos… Qualquer carboidrato? Claro que não… Até mesmo a reposição de carboidratos segue uma fase: no primeiro dia, carboidratos de alto índice glicêmico, como batata inglesa e pão branco. No segundo dia, carbos de baixo índice glicêmico, como arroz e massas integrais. A água deve ser reduzida progressivamente de 2 em 2 litros por dia, sendo que durante as dez ou oito horas que antecedem a competição, ela deve ser totalmente cortada. Já no que diz respeito ao treino, durante esses dois ou três dias da recarga de glicogênio, deve ser leve ou mesmo suspenso, ou seja, descanso total.

Essas duas fases citadas acima são cruciais, pois são os detalhes que diferenciam o primeiro colocado dos demais, e por mais bem preparada que esteja a atleta, a qualidade muscular final vai ser determinada pelo sucesso ou fracasso dessas etapas. Durante esse período, o uso de diuréticos é comum, mas perigoso… A maioria dos óbitos entre os fisiculturistas se deve ao uso indiscriminado de diuréticos, não dos “venenos”, ao contrário do senso comum.

Sempre “On Season”

Há ainda uma corrente minoritária de atletas contrárias à estipulação de fases on e off. Isto é, defendem métodos de dieta e treinamento que tem por objetivo ficar o ano todo quase prontas para competir. Podemos considerar a Gracyanne Barbosa como um exemplo disso – apesar de não ser oficialmente uma atleta, a dançarina se mantem o ano inteiro seca, apenas dando um upgrade na época do Carnaval, mas sem passar por fases bem claras e distintas entre si de bulking e cutting.

E por que as pessoas que fazem isso são minoria? Simples, porque ganhar músculos e perder gordura ao mesmo tempo é muito difícil. Para aumentarmos nosso volume muscular, precisamos ingerir mais calorias do que gastamos, e para elimarmos gordura, devemos ingerir menos calorias do que gastamos, portanto, são dois processos antagônicos. É possível, sim, conseguir realizar as duas proezas “ao mesmo tempo”, mas para isso é preciso seguir um programa de treino e alimentação específicos, e a evolução é bem mais lenta e árdua. Se você conhecer alguém que está aumentando seu volume muscular rapidamente e, ao mesmo tempo, queimando muita gordura, é de se desconfiar do uso de proibidinhos! Só eles são capazes de acelerar o processo e torná-lo viável.

Categorias do Fisiculturismo Feminino

O fisiculturismo feminino é dividido em 5 categorias que variam quanto ao biotipo e características de cada atleta. Algumas são mais leves, outras mais pesadas, porém em todas é preciso ter em mente que é essencial um trabalho diário para conseguir se destacar nesse meio. Para se ter ideia, tem mulheres que se preparam por até 5 anos para entrar em uma competição! Conheça!

  • BIKINI: é a categoria mais leve e disputada, já que não é preciso apresentar um corpo altamente hipertrofiado para participar. É claro que os músculos são essenciais para uma boa qualificação, mas o foco aqui é a definição, por isso é necessário usar óleos bronzeadores para evidenciar os “cortes” musculares. Como o próprio nome diz, as mulheres usam biquíni e precisam mostrar muita simpatia para ganhar mais pontos. Essa categoria é ideal para mulheres com biótipo ectomorfo, e a retenção subcutânea é o bicho-papão das atletas.

 

  • WELLNESS (BODY SUMMER): nessa modalidade, os avaliadores consideram campeã aquela que tem um corpo definido sem um volume e qualidade muscular “exagerado”, mas não só isso, assim como nas demais modalidades, é preciso ser bela, ter uma pele livre de imperfeições aparentes e ser simpática. Para subir ao palco, é preciso apresentar massa magra e percentual de gordura baixo. A categoria Wellness se diferencia da Bikini na medida em que o volume muscular é ligeiramente mais importante que a definição. São físicos volumosos e curvilíneos, com a parte inferior do corpo mais desenvolvida que a superior. Tal perfil é mais facilmente alcançável por pessoas com biótipo mesomorfo e endomorfo, e que lembram aquela aparência de “Panicat” que todas nós conhecemos. Em off-season, ou seja, no período em que as

 

  • BODY FITNESS: é um nível a mais que exige bastante das atletas. Para se destacar, é preciso desenvolver um corpo em formato de Y, com ombros e braços largos e bodyfat baixo. Muitos detalhes são avaliados, sobretudo como a competidora se comporta nos holofotes. Nessa categoria, as atletas em geral são mais secas e “finas” que as Wellness e o uso de “proibidos” é comum. As mulheres parecem bastante musculosas on-season, mas essa impressão é devido à baixa porcentagem de gordura corporal. Durante o período off seus corpos não chamam tanto a atenção como se poderia imaginar.

 

  • WOMEN’S PHYSIQUE: Nessa categoria, o volume muscular e a definição devem estar bem acima das anteriores, porém ainda assim é preciso demonstrar muita feminilidade – simpatia, maquiagem e outros fatores podem contar pontos. Aqui começa a haver uma maior proporção muscular entre a parte superior e inferior do corpo. É bem rápido e cada participante se apresenta em menos de um minuto.

 

  • CULTURISMO: é quando o fisiculturismo feminino atinge o ápice e chega ao que é considerado ‘exagero’ por pessoas não habituadas. Por ser o último nível do esporte, o culturismo exige um corpo próximo à perfeição: proporção, pele fina (livre de gordura e água) e músculos densos, fibrados e volumosos, tanto na porção superior quanto inferior, para impressionar mesmo. Como possui regras rígidas, enfrenta preconceito e exige dedicação total e uso pesado de substâncias polêmicas (que acaba causando alterações faciais irreversíveis), é a categoria que tem menos competidoras.

Atletas famosas

Muitas atletas chamam a atenção no mundo inteiro e inspiram muitas mulheres que começam a investir no fisiculturismo feminino. Conheça as mais famosas atualmente!

  • Dana Linn Bailey

A Dana treina há muitos anos, mas é relativamente nova nos palcos, mais precisamente na modalidade Physique. No entanto, tem fama consolidada nas redes sociais, não só pelos seus deltoides monstros e por manter a pele mais fina que sulfite o ano todo, mas também por seu estilo irreverente e divertido.

Foi campeã por três vezes, overall em 2011 no Jr USA, dois anos depois no Dallas Europa e em 2014 no Olympia, o mais prestigiado dos concursos. Todavia, na segunda temporada do Olympia de 2014, ela perdeu o posto para a brasileira Juliana Malacarne, outra atleta de ponta!

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  • Sue Lasmar

A Sue é brasileira, reside nos EUA, tem 1,68 e já subiu no palco com 66kgs. Mas ela se destaca mesmo é no Instagram! Vale a pena seguir a rotina dela e se inspirar em seu físico impressionante.

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  • Betty Viana-Adkins

Betty é venezuelana e tem 44 anos de idade. É considerada a quinta maior fisiculturista feminina do mundo, com 72.5 kg, peso off-season de 79.3 kg e altura de 1.65 metros. Depois do destaque em várias competições, a atleta encerrou sua carreira em 2011.

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  • Eva Andressa Vieira

A Eva era uma atleta muito renomada no passado. Hoje ela segue uma rotina um pouco diferente: abandonou os palcos e optou por ser modelo fitness, com um corpo mais Panicat, digamos assim. Mantem seu percentual de gordura um pouco mais elevado (mas ainda baixo), apresentando curvas que chamam a atenção e uma definição muscular que não “assusta” o espectador comum, agradando a um público mais amplo. Mas, com muitos seguidores, vêm muitos haters também… Rezam as más línguas que a bela passou por uma bioplastia no bumbum (aplicação de PMMA), mas ela nega… O que você acha?

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  • Alina Popa

Essa romena tem mais de 30 anos de idade, 72.5 kg sobre o palco,  83.9 kg no período de “engorda” e 1.68 m de altura. É atleta profissional do IFBB (International Federation of Bodybuilding and Fitness) e tem muita popularidade nas redes sociais.

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  • Debi Laszewski

Norte-americana de 46 anos, Debi é um dos grandes destaques do fisiculturismo feminino mundial, com posições invejáveis em campeonatos importantes como Ms. Olympia e Arnold Classic. Ela tem 1.59 m de altura, 65.7 kg durante as competições e 69.8 kg fora delas.

deby laszewski atleta

 

  • Yaxeni Oriquen

Natural da Venezuela, Yaxeni tem 49 anos e praticamente domina todas as competições profissionais de bodybuilder. No currículo da moça estão diversas vitórias no Ms.International e Ms. Olympia, além de ficar em evidência em vários torneios da IFBB.

yaxeni oriquen

 

  • Iris Kyle

Iris Kyle é a fisiculturista mais conhecida e bem sucedida no mundo, considerada a melhor desse esporte. Aos 41 anos de idade, ela é norte-americana e sempre a principal favorita nos eventos, justamente por ter vencido o Ms. International por 7 vezes e o Ms. Olympia mais de 10 vezes! Entre as características da atleta, estão 72.5 kg, peso off-season de 77.1 kg e altura de 1.70 metros. Ah, e ela é casada com o Kai Greene, outro fisiculturista famosíssimo.

iris kyle

Para saber mais, acesse o site oficial da Federação Internacional de Bodybuilding e Fitness – IFBB.

Fotos Antes e Depois

A mudança antes e depois do fisiculturismo feminino é realmente impressionante. É claro que os resultados só vão aparecer depois de muito tempo do início dos treinos, mas essas fotos provam o quanto você pode chegar à transformação corporal que deseja. Veja algumas inspirações:

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Perceba como o corpo muda bastante e os músculos ficam bem evidentes!

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Quanto preciso investir para me dedicar ao fisiculturismo feminino? Bom, preço é muito relativo e depende de vários fatores, sobretudo o objetivo de cada pessoa nesse esporte. Há quem compre muitos suplementos para dar uma ajuda a mais, gastando de 500 a 1000 reais com esses produtos – que geralmente são importados. Outras, porém, garantem que é possível ficar forte apenas com uma boa alimentação.

Se você estiver disposta a fazer na academia, gastará com a matrícula, roupa e acessórios. Para um treino mais específico e direcionado, é preciso contar com ajuda de um personal trainer e um nutricionista para avaliação recorrente.

Algumas mulheres decidem ainda montar seu próprio espaço em casa, comprando os aparelhos e treinando na hora que acharem mais conveniente. Nesse caso, dá para pesquisar na internet e conseguir equipamentos mais em conta, compensa mais do que ficar indo de um lugar para outro todos os dias.

Por isso é primordial pesquisar e manter-se sempre atualizada sobre o fisiculturismo feminino para decidir o que se aplica melhor no seu caso! 


fisiculturista brasileira

Essa brasileira é uma das muitas mulheres que tem se interessado cada vez mais pelo fisiculturismo feminino e feito esse esporte mais popular no país!

Começar a fazer um esporte não é fácil, mas com dedicação e disciplina você se acostuma, fica animada e começa a fazer da modalidade um verdadeiro estilo de vida. Pense sempre em longo prazo e pratique diariamente. Quando você menos perceber, já sentirá o efeito do fisiculturismo feminino e poderá se tornar uma grande profissional!

E aí, qual é a sua categoria preferida? Espero que tenha gostado do artigo! Se tiver alguma dúvida, sugestão ou crítica, é só deixar um comentário. Para ler outras matérias sobre Saúde e Beleza, continue navegando no site! Até a próxima! :)

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